quarta-feira, 25 de maio de 2011

O sucesso da receita está no comentário!

"Esta batata doce está maravilhosa para fazer um bolo e comer com um cafezinho neste frio..."
Ouvi este comentário de uma desconhecida no mercado e fiquei entusiasmada na hora. Comprei a batata e voltei para casa rapidinho. Agora estou escrevendo enquanto o meu bolo de batata doce assa no forno. A expectativa é grande!
Parece lindo e apetitoso...  Daqui a pouco vou comer um pedacinho ou pedação acompanhado de uma xícara de café com leite... Hummmmmmmm



BOLO DE BATATA DOCE

INGREDIENTES

01 Quilo de batata doce
01 Lata de leite condensado
01 Xicara de leite ou leite de coco(natural de preferência);
03 Ovos inteiros
02 Colheres de manteiga sem sal.

MODO DE FAZER:


Lave bem as batatas, corte em pedaços médios sem retirar as cascas e coloque em uma panela com água e leve ao fogo para cozinhar.

 Quando estiver bem cozida, escorra bem toda a água,

 e descasque as batatas. Cuidado para não queimar os dedos.


Bata no liquidificador com todos os outros ingredientes até obter uma massa sem pedaços e uniforme.

 Unte bem uma forma com buraco no meio, despeje a massa sem sujar as bordas ou o centro da forma.

 Leve para assar no forno pré aquecido.

 Quando estiver assado, desenforme em um prato.
Se quiser, povilhe as bordas com canela em pó para decorar.

Sirva ainda quente acompanhado de café, chá ou café com leite.

Confissões a fazer: Não foi tão fácil assim...
Escolher a receita foi o primeiro problema. A receita da minha mãe mandava colocar farinha de trigo e acuçar. Não lembro se o bolo que ela fazia ficava muito doce. Naquela época, eu apenas comia. Nunca saboreei um bolo com prazer quando podia comer qualquer coisa.  Hoje em dia, como com a consciência pesadissima e saboreio cada migalha com alegria quase infantil....
Com ajuda da internet e da minha irmã mais velha que mora longe e faz o melhor bolo de chocolate que já comi, misturamos as receitas e montamos uma nova.
Com leite ou leite de coco? Optamos pela razão e escolhemos o leite. Na hora de fazer, repensei e usei o leite de coco. Quando a batata estava cozida e ainda muito quente, comecei a logo a descascar e assim queimei todos os dedos da mão direita.. Fui em frente e ai descobri que aqui em casa eu não tenho mais espremedor de batata. Convencida que um bolo batido a mão fica mais fofinho, decidi amassar as batatas com um garfo. Antes de terminar a primeira, desisti e pensei  que o liquidificador faria isso melhor que eu. Não me decepcionei.  Ele fez bonito e bateu tudo bem batidinho. Resultou uma massa linda e homogênea. Tirei foto de todo o processo e tentativas. O  cheiro está impregnado a casa. Vou tirar uma foto. Ainda não esta pronto. Volto já!
Acabei de comer uma fatia do bolo e modéstia a parte, ficou muito bom! Dei um pedaço para a minha vizinha que coincidentemente tocou aqui e ouvi dela o seguinte elogio: Delicioso! Falei que foi a primeira vez que fiz e ela disse que o segredo do sucesso deste bolo, está na escolha da batata!

Pura sorte.. risos...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Todo dia é dia de pizza ...

Que friozinho tem feito hein??
Perfeito para comer uma pizza especial  feita em casa, acompanhada com um bom vinho, com amigos e deixar a imaginação fluir...  Pode começar com a  receita básica de  mussarela. Acrescente umas fatias de tomate e já temos uma Margherita. Gostou? Vá acrescentando ingredientes de sua preferência e logo teremos mais um Pizzaiolo.
 
 Shutterstock

Antes de irmos para a cozinha, vamos conhecer um pouco da História da Pizza que tem início há pelo menos seis mil anos atrás, provavelmente entre os egípcios e os hebreus. Ela não era, é claro, como é conhecida hoje, mas apenas um delgado estrato de massa – farinha mesclada com água -, chamado na época de ‘pão de Abrahão’, semelhante ao moderno pão sírio; era também conhecido como ‘piscea’, termo que futuramente derivaria para pizza. Outros estudiosos afirmam que ela era consumida pelos gregos, os quais produziam suas massas com farinha de trigo, arroz ou grão de bico, assando-as depois em tijolos ardentes.



Três séculos antes do nascimento de Cristo, os fenícios tinham o hábito de rechear seus pães com carne e cebola; os turcos muçulmanos mantinham a mesma tradição ao longo da Era Medieval; assim, no intercâmbio de valores e elementos culturais entre povos distintos, durante as Cruzadas, esse costume desembarcou na Itália através do porto de Nápoles.
No começo da sua trajetória cultural, a pizza contava somente com o acréscimo de ervas da região e do tradicional azeite de oliva, comuns neste prato em seu formato convencional. Os italianos levaram a fama por adicionar o uso do tomate – recém-chegado da América pelas mãos dos espanhóis -, que se tornaria essencial na confecção desta iguaria. Restava à pizza conquistar seu formato definitivo, pois ainda era produzida como o atual calzone e o sanduíche, ou seja, dobrada ao meio.
Antes de se tornar famosa, a pizza era um prato elaborado para matar a fome dos pobres que habitavam o Sul da Itália. Chega então a Nápoles, já considerada a terra da pizza, o conhecimento da expressão ‘picea’, que tinha a conotação de um disco de massa assada, coberto com substâncias variadas. Os vendedores ambulantes adotaram esta receita para, com o uso de alimentos baratos, nutrir os mais pobres. Geralmente esta massa vinha acompanhada de toucinho, peixes fritos e queijo.
Esta iguaria da gastronomia italiana foi amplamente difundida em meados do século XIX, em 1889, graças à habilidade do primeiro pizzaiolo da história, dom Raffaele Espósito, um padeiro de Nápoles a serviço do rei Umberto I e da rainha Margherita, a quem ele homenageia ao confeccionar uma pizza imitando as cores da bandeira italiana, branco, vermelho e verde, utilizando para isso mussarela, tomate e manjericão, produtos que lhe permitiam obter as colorações desejadas. A rainha apreciou tanto este prato que dom Raffaele decidiu batizá-la de Margherita.
A nova receita da pizza, em seu formato redondo, alcançou tamanha fama mundial que propiciou o nascimento da primeira pizzaria conhecida, a Port’Alba, ‘point’ onde artistas célebres, como o escritor Alexandre Dumas, se encontravam neste período.
A pizza desembarcou no Brasil através dos imigrantes italianos, celebrizando o bairro paulista do Brás, onde se concentrou grande parte deles na cidade de São Paulo. Até 1950 este prato se restringia mais aos círculos italianos, mas a partir deste momento ela se disseminou por todo o país, tornando-se logo um elemento cultural brasileiro. O dia da pizza começou a ser comemorado em 1985, sendo reservado para este fim o dia 10 de julho

Fazer uma pizza em casa não é uma missão tão fácil. Mas o sabor de ter um prato tão gostoso feito pelas suas mãos é inexplicável.
Casa e Jardim
 
O segredo da boa Pizza está na massa– nada de ficar sovando, e na qualidade dos produtos a serem usados.


Receita Italiana:

- 500 g farinha de trigo de preferência tipo OO,
- sal (1 a 1 ½ colher de café),
- 30 g de fermento fresco ou 1 sachê de fermento biológico seco,
- 1 colher (sopa) de açúcar,
- 4 a 6 colheres (sopa) óleo,
- 2 xíc. de leite morno ou de água ou de uma mistura de  leite e água.

Modo de Fazer:

Misture o leite morno (1 xíc.) com o açúcar e o fermento até que borbulhe, mais ou menos 5 minutos. Disponha o trigo em uma tijela ou em uma superfície de granito (mármore, vidro ou inox) de forma que fique como uma montanha, adicione o sal e faça uma cova. Despeje o óleo e aos poucos vá agregando a outra xícara de leite, até que forme uma bola. Pode ser que não seja necessário usar toda a quantidade de leite.
 A dica é só misturar os ingredientes com as mãos, delicadamente, sem sovar.
Faça uma bola com a massa pronta, cubra com um pano e deixe crescer de 30 minutos a uma hora.
 Abra a massa bem fininha em uma superfície enfarinhada (pouca farinha) com um rolo de macarrão.
Rende cerca de 5 pizzas médias.
Monte as pizzas na hora de assar, senão o molho irá penetrar na massa e ficará mole.


Molho de Tomate:

3 latas de tomates pelados italianos (400g cada uma)
1 pitada de orégano
1 pitada de sal

Abra as latas e deposite o conteúdo numa vasilha. Acrescente o orégano e o sal e amasse com as mãos até ficar como uma pasta, sem pedaços maiores de tomate.


Montagem básica para a Pizza de Mussarela:

Coloque o disco da massa em uma assadeira de preferência com teflon, e cubra com o molho de tomate. Acrescente por cima o queijo mussarela ralado. Tempere com orégano e azeite. 
Com esta base vá acrescentando à gosto os ingredientes que desejar.

Sugestões básicas:
. Margherita -molho, muzzarela ralada, alho fatiado salteado ligeiramente no azeite quente para retirar o amargo, rodelas de tomate e folhas de manjericão.
. Lombinho canadense -molho, muzzarela ralada, fatias de lombinho canadense, azeitonas pretas e cebolas em rodelas.

Opções especiais:

Queijo de cabra com figo fresco fatiado e regado com um fio de mel; queijo burrata, presunto de parma, tomate cereja e manjericão; mussarela de búfala, rúcula e tomate seco; mussarela de búfala, tomate caqui, cebola, parmesão e manjericão; mussarela, filés de aliche, alcaparras e azeitonas
.
Opção light:  Ricota, tomate cereja, ervas e manjericão.

Opções para pizzas doces que mesclam ingredientes e oferecem um sabor diferenciado:

Mussarela, brie, mel, tiras de damasco e amêndoas; fondue de chocolate com amêndoas e sorvete de creme e a chocolate com morango.

Esta receita de massa é Italiana e deliciosa. Experimentei na casa de um amigo, que pequisou na internet. Existem muitos tipos de feitura. começe com esta ou outra que tiver de família ou de alguém de sua confiança. Daqui a pouco, com a experiência, você vai achar a massa especial. Alguns acham que sovar é melhor, outros que se não for assada em forno a lenha não faz sentido, enfim, use o que estiver ao seu alcançe e posses. Começe assim e aos poucos, tomando gosto, vá sofisticando. Pode ser que a primeira vez não seja tão fácil, mas, tudo é uma questão de prática. Não desista logo. Continue tentando.
Não esqueça de comprar sempre o melhor azeite e mussarela que puder.

Boa sorte e bom fim de semana!!!!!!!!!!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Lá vem o São João!!!!!

                                                  


Surpreendida por um enorme engarrafamento no final do dia, estacionei o carro pensando em "fazer hora" em um pequeno shopping. Pedi um chocolate quente e sem nada para ler ou fazer, fiquei observando um grupo de pessoas trabalhando.
 A minha volta crianças brincavam e corriam barulhentas. Funcionários do shopping, adolescentes uniformizados, crianças e tantos outas pessoas assim como eu passavam indiferentes. À medida que o tempo passava e o trabalho progredia, saí do meu nada, e vi! Vi, as primeiras bandeirinhas da decoração para as festas de São João serem penduradas...
Imediatamente as crianças correram gritando para contar aos adultos a novidade. De repente todos a minha volta comentavam surprêsos a proximidade do mês de junho, festas juninas, fantasias, férias e viagens...

Sozinha com meus pensamentos e lembranças, deixei minha alma vagar no tempo, resgastar meu passado. Mergulhei em dias vividos entre tantas pessoas que já partiram e outras tantas por aqui que viveram comigo momentos felizes onde dividíamos alegrias, reencontros, ternura, amor e sobretudo fraternidade. Senti forte a ausência dos meus queridos que tornaram durante tantos anos o mês de junho, o melhor e mais aguardado do ano. Senti saudade dos meus irmãos, primos e tios ainda vivos, que não abraço com a frequência que gostaria.  Um misto de saudade e de ausências me transportaram para um passado que tanto amei. O tempo passado entre brincadeiras, fogos e aventuras inesquecíveis e inconsequentes.

As férias de junho chegavam com muita alegria para nós quando viajávamos para a fazenda da minha bisavó Dindinha. Lá era o local onde nossas famílias se reuniam todos os anos...
De mãos dadas com o passado viajei pelas estradas precárias e pelas chuvas que nos proporcionavam grandes aventuras na subida da serra da Borborema. Levávamos um dia inteiro de viagem naquele tempo. Hoje realizamos o mesmo percurso em menos de três horas.
Fugia correndo com meus irmãos e primos para o banho no Rio Curimataú. Senti o aroma da colônia Roger Gallet da minha bisavó, o cheiro de banho toamdo nos abraçando da minha doce e amada Dindinha no ar. Por onde andarão os anjos da guarda que nos valiam a seu pedido durante nossa estadia em sua fazenda? E os cheiros da  cozinha, dos tachos de doce de leite, manteiga e queijo que movimentavam tantas pessoas o dia inteiro?  E as linguiças penduradas na corda por cima do fogão a lenha? Ainda lembro e sinto todos os cheiros daqueles junhos juninos. Tenho ainda em meus olhos nossa imagem pela manhã bem cedo, em fila, com nossos pijamiminhas de flanela feitos pela nossa mãe tomando leite cru tirado do peito da vaca na hora. Lembro com carinho dos leitos improvisados para acomodar tantos chegados, esperados ou de passagem ...  Ainda vejo, passado tantos anos, a fumaça subindo dos pratos colocadaos à mesa para nossas refeições em família. Não sentíamos fome, não queríamos perder tempo, mas, a magia daqueles momentos nos encantavam. Hora das sobremesas e das conversas alegres dos adultos. Aproveitávamos o relaxamento em nossa vigilancia e disfarçadamente escapulíamos. Hora de traquinagens...Vontade de pegar e abraçar as roupas lavadas e penduradas  ao vento nos varais e cordas para secar... Do anil, usado para clarear os lençois que jogávamos  no rio para apreciarmos o efeito do azul  diluindo  na agua. .. Ainda respiro o respeito que os adultos sentiam pelas águas das enchentes daqele rio que desafiávamos em nossas inocentes brincadeiras. Do terreno desconhecido por  onde fugíamos e exercitávamos nossa criatividade.

Desbravávamos estradas sem temor e precaução. O castigo na volta era certeiro mas o sabor da aventura valia qualquer sacrifício. Sabíamos e sentíamos o quanto éramos amados, cuidados e desejados. Sentíamos tanta proteção a nossa volta que perdíamos o limite do medo e da cautela. Corriamos, abraçavamos, chorávamos e brigavamos a vista de todos.  Desconheciamos o mico. Vivíamos... Nos expressávamos com gestos, palavras e olhares buliçosos e cúmplices. Partíamos para o desconhecido desafiando e vencendo o medo a procura do nada. À noite, com os olhos ardendo de sono e cansaço, éramos presenteados com a quebra do pote com prendas, o pau de sebo, a queima da fogueira e do  show dos fogos de artifício. Recebiamos das mãos adultas nosso quinhão de fogos e partíamos para realizar no céu imediato acima das nossas cabeças, as luzes e desenhos dos nossos sonhos, sob os olhares atentos e cuidadosos dos adultos. Completamente exaustos, sujos e extasiados, deitávamos nossas cabeças na cama e dormíamos sem ainda conhecer a existência do amanhã. Pela manhã acordariamos sem saber que viviamos os melhores e mais inesquecíveis momentos das nossas vidas. Naqueleas férias, dentro daquela casa, sob aqueles olhares, sobre aquela terra corriamos despreocupados. Éramos apenas crianças. Só precisávamos do vento para soltar pipa, do rio para pescar e dos anos que passariam para lembrar e sentir saudades......

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Minha Mãe, minha eterna saudade..



Sinto saudades do cheiro, da luz, das cores, do vento, dos pássaros, do barulho da água e das flores que  existiam no jardim da minha Mãe...
Nunca mais consegui olhar um jardim com o meu olhar de antes. Nada mais foi o mesmo. Nada será como foi...
 Sinto tristeza por ela não viver mais ente nós. Sinto morrer aos poucos a lembrança da dor dos ultimos dias antes de sua partida. Sinto o amor pulsar em minhas veias quando lembro dela cuidando de nós, nos ensinando dia após dia o significado do amor e  união. Sinto dor, tenho saudades, choro de tristeza e sorrio de alegria por que tido a sorte de tê-la como Mãe. Sinto revolta por sua partida tão prematura. Sinto tudo e nada faço por que não consigo fazer ... Tento todos os dias aceitar sua partida, mas, sua ausência é ainda muito presente... Passam-se dias e anos e aquela dor do meio dia não passa. Aquelas últimas horas foram intermináveis. Passaram-se 21 anos e não se passou nenhum minuto. Ela vem morrendo todos os dias e não morre nunca. Nunca morre. Somos sua continuação. Cópias do amor que nos criou e uniu.
Lembro-me quando engravidei e ela me disse que se sentia muito feliz por cada filho que nascia, como se fosse o primeiro, e foram sete... Que eu iria sentir e viver os melhores dias e emoções de minha vida... Que eu nunca mais estaria sozinha... Verdade cada palavra profetizada. Verdade que dediquei a ela o primeiro choro da minha filha. Verdade que senti ao pegar meu bebê em meus braços, o abraço da minha mãe, abençoando-me... Tudo é verdade... Desde então nunca mais me senti só. Estou sempre em companhia dos meus filhos, mesmo em suas ausências temporárias. Verdade  que aprendi a amar e lutar por eles como vi minha mãe fazendo por nós. Desejo esquecer a noite que velamos nossa orfandade e não consigo. Quero ser livre destes momentos ruins, mas o fantasma da doença nos persegue. Acredito que o  pacto com a dor
por nós em sua enfermidade nos protegeu até agora. Quero crer que seu sacrifício e generosidade nos livrou do mal que nos persegue. Nada faz sentido. Nada se justifica. Continua o vazio.
  Agradeço por você ter me ensinado a enxergar o mundo sem odio, com compaixão e generosidade. Por acreditar que vale a pena viver apesar de tudo a nossa volta dizer ao contrário. Cultivo a esperança de ver um dia a cura da sua dor aqui e dedicarei totalmente a sua pessoa.
A vida continua. Cada dia é mais um dia!
 Agradeço por todos os dias que tive e da forma como os vivi.
A você que me ensinou a usar o coração como instrumento de transformação eu dedico as minhas melhores e mais belas criações que fui capaz de realizar aqui na terra. Os meus filhos, os seus netos, Renata e Pedro Henrique.

Para todas as  Mães, com admiração e carinho
, um abraço apertado, demorado e maternal.

Clívia Bulhões

sexta-feira, 29 de abril de 2011

AMOR PARA SEMPRE...

William e Kate Middleton se beijam no alpendre do Palácio de Buckingham

Acabei de chegar do casamento de Kate e William.
Digo assim por que desde cedo estive em companhia da TV e do controle remoto assistindo a cerimônia. Foram quase quatro horas. Não perdi nenhum momento da transmissão. Me emocionei com a chegada da noiva, fiquei brava com a presença da Camila e até achei o princípe Charles mais bonito e também mais apagado ainda. Senti falta, muita falta mesmo da mãe do William. Qualquer mãe que assistiu também sentiu. Senti saudades da Diana em todos os momentos. Me emocionei com a entrada do William com o Harry. Sozinhos, mas com certeza a mãe os guiava. Fiquei pensando na falta que eles devem ter sentido dela... Foi naquela mesma igreja onde foi rezada a missa pela morte dela. E a Rainha? Poderosa, contida e misteriosa. Veio sorrir na carruagem a caminho do Palácio. O que quiseram transmitir as duas primas do princípe com aqueles vestidos horrorosos? Serão as duas, princesas do mal? E o modelito amarelo gema/sol escaldante da Rainha? E aquela bolsinha? O que será que ela leva dentro? Talvez a chave de casa ... hehehehe Nunca se separam...
Brincadeiras a parte, o casamento foi lindo!
Princípe tímido, bonito, jovem e amado, casa com pebleia linda, carismática e segura. O noivo carrega todas as responsabilidades de futuro rei. O peso da coroa. Esta quase careca por antecedência. Não teve nem a opção de escolher o uniforme. Optou pelas cores da bandeira da Irlanda, por que brevemente fará uma visita lá onde a monarquia não é muito bem vinda. A noiva, ah... ela sim , escolheu com sabedoria, inteligência, personalidade e segurança. Mostrou que ser moderna, jovem e antenada é também ser nobre. Escolheu um vestido atual para o mundo atual. Respeitando o momento econômico e ao mesmo tempo  mostrando sua personalidade. Acho que Charles deveria ter a nobreza de renunciar em favor do filho. O casal representa renovação e pareçem estar no caminho certo.
Desejo vê-los com filhos, felizes e unidos. Quanto as coroas de rei e rainha, espero que demore para usa-las. Mais que tudo o amor deve ser a base para a formação de uma família.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Viagens e presentes. Me dei bem..



Meus amigos e irmãos viajam demais...
Trazem-me coisas especiais que encontram pelo mundo para que eu possa mostrar aqui.
Fico feliz por lembrarem de min e também por curtirem o meu blog!



Montei uma bandeja especial com os presentes recebidos e que combinavam para degustar na varanda.



De Paris, Claudinha minha querida prima  trouxe-me Confit de Vin de Touraine Ambroise. Chique demais!


 Rosé, rouge e blanc. Especial para acompanhar queijos.
 É para comer ajoelhada , rezando e com os olhos fechados...


Duas das minhas muitas irmãs viajaram juntas para Londres.
 Maria Eulina trouxe-me uma latinha de biscoito da Fortnum&Mason, Stem Ginger... Para acompanhar os biscoitos, minha outra irmã , Kuka preseteou-me com duas latinhas de chá Tea Palace. A latinha roxa é sabor Royal Star e a branca Vanilla Rooibos.
Os chás são divinos e maravilhosos. O cheiro e o sabor  são incríveis!
Os biscoitos crocantes, cheirosos e com tamanhos generosos, acompanham o chá em grande estilo! 
As latinhas são minha grande paixão! Lindas e coloridas. Não consigo resistir... Tenho coleção.


De Hamburgo na Alemanha, minha amiga queridíssima Eliane trouxe-me um esquenta ovo de enlouquecer de lindo!!!! Serve para manter aquecido o ovo cozido ou poché.
Mesmo sem um porta ovo apropriado, usei imediatamente. Adorei.
Não sei como consegui viver sem isso até hoje... hehehehe


Minha filha achou fofo. Eu digo: É fofíssimo!!!!!!!!!!!


Da Grecia e Turquia, minha amiga-irmã Ritinha trouxe-me várias coisinhas que comi avidamente antes de fotografar.
 Da Turquia, suculentos e generosos figos secos, tâmaras gigantes e chá de maça. 
 Da Grecia, este potinho de mel com castanhas que sobreviveu para ser fotografado e degustado aos poucos...


Mel com ervas e flores selvagens, nozes, avelãs, amendoas e outras castanhas que desconheço.
 Não consigo traduzir do Grego. Sorry


Do Peru, Ritinha trouxe-me este lindo e vibrante jogo americano.
 Adoramos...


 Do México, Maria Angela trouxe-me esta vaquinha de porcelana para colocar leite, creme de leite ou derivados.


Segura pelo rabo. O leite sai pela boca...


                                    
                                                       Um caso de amor a primeira vista.


                             Do Canadá, minha sobrinha do coração, Renata trouxe-me o Sirop de D'erable ...


Minha cunhada Virginia generosamente nos presenteou com uma máquina de fazer café da  Nespresso. Pena que não consigam sentir o aroma... Hummmm


Bem, para apresentar tudo isso lindamente, comprei estas xicaras francesas com umas abelinhas lindas demais...
Alegria quase completa.
 Tudo lindo e delicioso, mas... eu estava sozinha .
 Adiei a degustação.






quarta-feira, 20 de abril de 2011

FEITO POR MIN...




 
Porta guardanapo com delicada flor em tecido e renda na cor ambar.
Um classico!


 Neutro, realça e acompanha qualquer decoração.


 Vem com uma argola para colocar o guardanapo.


 Clássico, elegante e eterno...



Gosto de fotografar com guardanapo branco para realçar os detalhes, mas fica lindo também com guardanapos estampados, coloridos ou xadrez.


 Outra linda opção é este Porta Guardanapo com um Elefante em metal ouro velho.



 Tem personalidade forte. 
Recomendo especialmente para uma mesa de almoço ou brunch.



Os elefantes exercem uma forte influência sobre as savanas. Aqui não foi diferente. Todos se apaixonaram. Um sucesso!


 Bonitos, com personalidade, discretos ou descontraidos? Seja qual for a classificação, ele é o preferido!


Informações e pedidos pelo email:

Para a Páscoa, Bacalhau à Lagareiro.

 A tradição de comer Bacalhau na Páscoa é religiosa. Na sexta feira Santa ou no Domingo de Páscoa, ele reina soberano em nossas mesas. Deixo aqui uma receita Portuguesa que fiz e ficou excelente! Não tem erro. Simples e prática ela vai agradar a todos os paladares. Sugiro que use um bacalhau de boa qualidade acompanhado de um vinho verde para fugir do comum.
Desejo a todos uma Páscoa tranquila e em paz.



Bacalhau à Lagareiro
Ingredientes:
Para 6 pessoas.
  • 4 postas de bacalhau grosso (600 g aprox.)
  • Azeite
  • 4 dentes de alho
  • sal e pimenta
  • 1 limão 
  • 2 ovos 
  • 2 colheres de sopa de manteiga ou de margarina 
  • Farinha de rosca.

Modo de Fazer:
Corte o bacalhau em porções grandes e ponha de molho durante 24 horas, mudando a água duas ou três vezes.
Uma ou duas horas antes de cozinhar, escorra o bacalhau, cubra-o com leite e tempere com os dentes de alho cortados em rodelas, sal, pimenta e o suco do limão.
Em seguida escorra e passae os filés do bacalhau pelos ovos batidos  e na farinha de rosca. Coloque  em uma assadeira de preferência de barro ou porcelana. Sobre cada filé, coloque um pouquinho de manteiga ou de margarina.
 Coloque o azeite na frigideira (não deve cobrir o bacalhau) juntamente com duas colheres de sopa do leite que serviu para temperar o bacalhau.
Leve ao forno para assar regando de vez em quando com o molho. O bacalhau deve ficar bem dourado.
  Sirva bem quente com arroz,batatas cozidas e uma boa salada.

Este prato é originário dos alambiques de Azeite.
Os lagareiros(pessoas que transformam a azeitona em azeite), fazem este prato aproveitando as brasas da fogueira que aquecem a caldeira do alambique.




segunda-feira, 18 de abril de 2011

Risoto de Gorgonzola

Adoro quando recebo emails com algum pedido especial.
 Desta vez foi a  Margarida Paes da Cidade do Porto em Portugal, casada com um brasileiro que adora Risoto de Gorgonzola. Eles estão casados há apenas quatro meses e é a primeira vez que vão receber  para jantar e ... um casal de brasileiros.
 Pesquisando na internet, ela chegou ao Arrumando a Mesa. Autorizou-me a colocar seu nome, mas, não o email que me enviou. Respeito totalmente.
 De entrada e sobremesa ela vai servir coisas típicos do Porto e pede a receita do Risoto de Gorgonzola para o prato principal e dicas de como pode servi-lo. 
Segue a receita, dicas e fotos que tirei recentemente aqui em casa. 


Faça a lista de compras e providencie para que as mesmas estejam em sua casa na véspera. Separe e lave a louça, talheres, copos e a toalha de mesa que vai usar. Desconheço sua disponibilidade de tempo, por isso sugiro que amanheça com tudo arrumado, ficando para o dia a confecção dos pratos. Agindo assim você vai ficar menos cansada na hora do jantar  e com o tempo que economizou, pode usar para caprichar em sua toilete. Acorde com a mesa posta.
Comece a arrumação pela toalha e providencie um arranjo para o centro da mesa. Faça a seu gosto e posses. Uma toalha branca, não tem erro, mas, pode usar de qualquer outra cor, desde que esteja limpa, bem passada e com cheiro agradável. Providencie guardanapo. O de tecido é clássico e fica mais fino. Se quiser coloque um outro de papel dentro para limpar a boca de batom, evitando manchas difíceis de tirar. Disponha os pratos, talheres e copos apropriados, obedecendo as bebidas que você vai servir. No caso do Risoto, um bom vinho branco e água com gás, é o suficiente. Previna-se com outra opção de bebida como sucos e refrigerantes caso seus convidados não tomem vinho.

O risoto pode vir a mesa já servido no prato.
Na foto, coloquei o sousplat, que deve ser retirado da mesa junto com o prato usado, e o risoto servido em um prato apropriado para massas e risotos, mas, pode servir em um prato comum.
Não deixe as bordas dos pratos sujas. Se quiser, coloque um pedacinho de gorgonzola por cima para decorar.
Existem panelas próprias para cozinhar risoto que vão direto à mesa. São lindas e fazem o maior sucesso. Um bela opção.

Sirva a água e o vinho antes de sentar a mesa.
A água é servida na taça ou copo maior a esqueda do de vinho, menor à direita.

RISOTO DE GORGONZOLA

Rendimento: 5 porções
Tempo de preparo: 20 minutos.

Ingredientes:

. 1/2 Kg de arroz arbóreo
. 02 litros de caldo de carne (se não quiser fazer, use o caldo em potinhos a venda no mercado).
. 01 cebola cortada em cubos bem pequenos. Não pode ser ralada.
. 02 colheres de sopa de manteiga de boa qualidade.
. 1/2 garrafa de vinho branco seco.
. 01 colhar de Azeite de Oliva
. 300 g de queijo Gorgonzola de boa qualidade.
. Sal

Modo de fazer:

Ferva o caldo de carne e mantenha em fogo baixo sem desligar;
Aqueça o azeite e metade da manteiga para refogar a cebola ligeiramente, sem deixar dourar;
Junte o arroz sem lavar, e refogue por 3 a 4 minutos;
Acrescente o vinho e cozinhe mexendo sem parar por mais 3 minutos para evaporar o álcool;
Em seguida, acrescente uma concha de caldo de carne até ele ser absorvido pelo arroz, com cuidado para não pegar no fundo da panela.
Continue colocando o caldo aos poucos por aproximadamente 17 minutos ou até o caldo acabar e o arroz estiver al dente.
Neste momento coloque o queijo Gorgonzola previamente amassado com um garfo e se quiser um pouco de queijo parmeson ralado.
Continue mexendo
Experimente o sal ( lembre-se que o queijo e o caldo de carne possuem sal).
Coloque a manteiga restante e misture. Se desejar, tempere com pimenta ralada na hora. Retire do fogo, tampe e deixe repousar por 4 a 5 minutos.
Mexa o arroz antes de arrumar em pratos individuais.

Dicas:
Como opção, pode colocar cubos de pera ou damascos logo após colocar o queijo. Fica excelente.
Se quiser adiantar tempo quando for receber visita, prepare uma etapa com antecedência. Retire o risoto do fogo antes de acrescentar o queijo. Passe o arroz para uma vasilha grande para intrromper o cozimento e esfriar logo. Pouco antes de servir, dê continuidade ao preparo.

Vamos a mesa...

Bebida e comida previamente servidas: Hora de convidar a sentar à mesa.
Não esqueça de colocar  azeite, pimenta e o queijo parmeson de boa qualidade.

Esta receita é bem certinha. Não tem erro.
Desejo sorte e sucesso. Se puder, envie fotos para que eu possa postar aqui.
Um grande abraço.

Diretamente da Hungria By Maria Angela







Amigos a gente não faz, reconhece-os ...  Já dizia Vinícius de Morais.

Aconteceu comigo quando conheci a Maria Angela na casa de uma amiga em comum. Foi reconhecimento e posse na mesma hora. Temos uma boa sintonia. Fazemos programas que nossas amigas chamam de "programa de Índio" e adoramos! Curtimos a simplicidade da vida e o que ela nos oferece. Mas, o que me encanta mais nesta minha amiga é a generosidade e o afeto que ela tem para com os amigos. Vejam: Ela foi passar um mês em Paris em um apartamento de uma outra amiga, curtindo como uma parisiense o começo da primavara. Apesar de tantos encantos, ela que aproveitou um fim de semana e foi visitar uma amiga húngara que morou aqui no Brasil, Embaixatriz, me enviou algumas receitas para eu postar aqui no Blog, já com os ingredientes adaptados ao Brasil. As fotos ela ficou me devendo. Pretendo experimentar fazendo aqui em casa e postarei.
Pesquisei na internet sobre a comida Húngara para postar junto com as receitas e homenagear a Maria Angela e a Embaixatriz.

Leiam o que encontrei.

A comida da Hungria é realmente deliciosa. Os pratos são temperados com muito acerto, pois combinam a tradição histórica com a nouvelle couisine. A especiaria mais utilizada é o pimentão húngaro, páprica, de fama mundial. O costume é de temperar os molhos. Pode ser ardido ou cheiroso.
O café da manhã costuma ser servido de 7 a 10 horas. O almoço de 12.00 às 15.00 horas e o jantar das 19.00 até às 23.00 horas. Em todo país existem bons restaurantes com música ou dança. Também pode-se comer em buffets, mais baratos, tavernas ou restaurantes de comida rápida, cardápios que costumam oferecer uma grande variedade de opções e o serviço costuma ser correto. É  habitual deixar 10 % do total da fatura como gorjeta.
O prato mais conhecido da cozinha húngara é a sopa de Gulyás. Conhecida por nós aqui como Gulash. Esta sopa, cozida tradicionalmente em grandes panelas ao ar livre, tem como principais ingredientes a carne de vaca, as batatas, os inhoques e páprica, como tempero. Também são deliciosas a meggyleves, sopa azeda de cerejas, a sopa de peixe e a de galinha Ujházi.
Além das sopas, como primeiros pratos, os pimentões recheados, a couve fermentada recheada de carne moida e arroz e o gombás rizs, arroz com cogumelos fritos, sao muito apreciados.
As carnes são simplesmente deliciosas... O pörkölt, um maravilhoso guisado de carne de porco ou vaca temperado com páprica, o frango no molho do pimentão, o refogado de vaddisznu (carne de queixada), o sültmalac e um boca porquinho assado inteiro que desmancha-se na boca, dificultam a escolha .
O prato de peixe mais famoso é o fogas, lúcio ou perca do Lago Balatón, que serve-se empado, assado ou ensopado.  Uma excelente opcão de massa é a túróscsusza de requeijão fresco regada com creme de leite azedo e decorada com fatias de toucinho.
Se você é guloso, as sobremesas húngaras vao lhe levar ao extase. Os folheados recheados de cerejas, requeijão ou maçã são deliciosos, como também os rétes, a dobostorta, pastel recheado de moca e coberto com açúcar queimado, o gundel palacsinta, crepe recheado e flambado, o smlói galuska, biscoito cortado em dados a base de nozes, passas e nata misturados e coberto com chocolate ou creme de laranja ao rum.

Bebidas

As comidas húngaras costumam acompanhar-se de vinho ou cerveja do país. As cervejas mais conhecidas são Dreher, Aranyászok, Kobanyai, Soproni e Bak. Lembre-se que as cervejas espanholas não são frequentes, sendo o mais comum as garrafas de meio litro, e os tamanhos dos copos são maiores (o menor é de 33 cl. e o maior de um litro). Os vinhos da Hungria são excelentes, destacam o tinto Egri Bikavér, os brancos de Tokay e da região do Balatón e os espumosos Törley.
Para finalizar a comida, que costuma comer-se com calma, pois os húngaros são amantes da boa cozinha e de uma melhor sobremesa, bebe-se café e algum licor, os mais conhecidos são as pingas de pêssego, cereja, ameixa e pêra.
Fonte: www.rumbo.com.br

Receitas da Embaixatriz

Frango ao queijo

Para 4 pessoas
Ingredientes:
.8 a 10 pedaços de frango – coxa ou sobrecoxa sem osso ou peito cortado em quatro.
.sal
.3 a 4 colheres de sopa de óleo
.2 colheres de sopa de farinha de trigo
.1 colher de café rasa de pimenta do reino
.1 colher de café de páprica
.½ litro de creme (1 caixinha de creme de leite misturado com dois iogurtes Activia natural sem açucar)
.3 dentes de alho
.300 gramas de queijo padrão ralado
Modo de fazer:
Fritar o frango no óleo (não é para fritar muito) e deixar separado.
Aproveitar o óleo e misturar ao creme previamente preparado.
Misturar a farinha com a pimenta e a páprica.
Colocar num pirex uma camada de frango, cobrir com a metada da mistura de farinha e depois com a metade do creme e terminar esta camada com a metade do queijo.
Repetir terminando com o queijo.
Fechar o pirex com a própria tampa – se não tiver, colocar o papel alumínio cuidando para não ficar aguado por causa do papel – fazer abertura neste caso.
Levar ao forno médio por mais ou menos 45 minutos – dependendo do forno pode levar até 1h e 15 minutos.
Quando estiver dourado nas laterais, está pronto.

Creme de Gorgonzola
.150 g de gorgonzola.
.1 copo de requeijão Danubio (se não achar substituir por outro que não tenha sabor forte e não seja nem muito aguado nem muito espesso)
.½ xícara de salsina picadinha
.1 cebola pequena bem picada (não pode ser ralada)
.1 iogurte natural sem açúcar Activia
Modo de fazer:


Misturar bem todos os ingredientes (o queijo deve ser amassado com o garfo) sendo a salsinha por último.
Vá testando o iogurte e o requeijão aos poucos. 
Sirva gelado ou na temperatura ambiente.
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Quando eu estava escrevendo para postar a Maria Angela me liga diretamente de Paris. Fazia muito frio por lá. Conversamos bastante. Ela me conta que tem fotografado muitas coisas para eu postar aqui. Paris continua com o mesmo charme e elegância de quando ela morou lá aos 17 anos e que tudo continua caríssimo! Tem passeado bastante, andado demais, comido bem, bebendo como parisiense e vivendo um mês inteirinho como em um sonho. Não fez compras, mas, sua alma está renovada.
Adorei! 

Comportamento I

 

Recebi alguns emails pedindo dicas sobre comportamento à mesa, etiqueta, serviço, decoração, menu, lista de convidados, tanto para o trabalho como vida pessoal.
Existem nas livrarias livros muito interessantes e que valem a pena conferir sobre o assunto. Regras existem, são importantes e devem ser observadas. Considero que ser natural, simples, sem afetação mas com respeito e aceitação pelas possibilidades apresentadas, muito importante. Cada vez que nos apresentamos em púplico, em reuniões, festas, eventos, temos que estar preparados para enfrentar o que nos apresenta. Nem sempre frequentamos apenas lugares que gostamos e queremos. Apresentar uma atitude de respeito, simplicidade e um sorriso já é um excelente começo. Faz toda a diferença ser você mesmo. Não faça teatro. Observe as regras, mas, seja você mesmo. Não tente ser o que você não é. Todos a sua volta vão perceber a farsa. O treinamento técnico pode ser adquirido com relativa facilidade se colocarmos em prática no dia a dia em nossa casa. Praticando, aprendemos e assimilamos atitudes que ajudam a formar nossa identidade naturalmente. O que aparentamos ser é o nosso cartão de visita.
As refeições de negócios são as que mais exigem uma boa educação, embora meus conselhos sirvam também para quaisquer refeições em público. Saber segurar os talheres, usar o gurdanapo e etc, é tão importante quanto saber manter uma conversa agradável a mesa. Conversar sobre atualidades, cinema, música, shows, viagens, evitando sempre temas polêmicos como religião e política. Evite se expor quando não souber com quem esta lidando. Ouça mais e fale menos. Caso não esteja seguro se deve responder uma pergunta, responda fazendo outra pergunta. Acredite:
 O começo da sabedoria é o silêncio.

Bons hábitos devem ser observados. Vamos a eles.

. Faça o convite com antecedência para seus convidados se programarem. Comunique a data e e o horário e peça pra confirmar até o dia de sua maior conveniência.

. Pergunte ao seu convidado se ele tem intoterancia a algum tipo de alimento que você pretende servir.

. Não se esqueça de confirmar o convite e pergunte se pode ajudar caso seja íntimo.

. Caso surja algum imprevisto, ligue imediatamente e comunique aos seus anfitriões. Peça desculpas e se tiver oportunidade, envie flores .

. Quando for convidado e quiser levar flores, envie com antecedência ou leve um vaso com de flores. Nem sempre a dona da casa possui vasos para colocar todas as flores recebidas.

. Leve algo para presentear seu anitrião. Pode ser um vinho para acompanhar a refeição, chocolate, ou algo que seja do gosto dos donos da casa.

. Lave as  mãos antes de sentar a mesa, sempre e em qualquer lugar que esteja, mesmo em um Fast Food.
. A primeira coisa que se faz ao sentar na mesa, é colocar o guardanapo, caso ele seja de pano, no colo (cuidado para não escorregar). Se o guardanapo for engomado, deixe-o dobrado na horizontal, pelos vincos, para não escorregar. Sempre que for levar o copo à boca, passe antes o guardanapo nos lábios. Hoje em dia é comum dentro do guardanapo de tecido vir um guardanapo, limpa boca, use-o quando estiver usando batom. Se precisar se levantar durante a refeição, lembre-se de colocar o guardanapo sobre a toalha, à esquerda do prato, sem dobrá-lo. Ao final, depois do cafezinho, faça o mesmo. Se ele cair no chão do restaurante, deixe que o garçom apanhe. Em situações informais, onde não há serviço especializado, você mesmo, discretamente, pega o guardanapo ou o talher e solicita a troca à anfitriã;

. Segure as taças com vinho ou espumante pela haste, para não alterar a temperatura da bebida com o calor da mão.

.  Não fale com a boca cheia, nem faça barulho ao mastigar os alimentos. Ninguém precisa participar da sua mastigação.

.  Tente manter a beirada do prato sempre limpa;

. Não use os seus talheres para se servir de alimentos em travessas, bandejas, potes, etc; Se você faz o tipo "maestro", de conversar gesticulando, não faça com os talheres às mãos;

. Sirva-se de porções dos alimentos sem ficar escolhendo as partes ou pedaços que lhe agradam mais;

. Se ao provar algo você não gostar do sabor ou sentir que está em mal estado, e for impossível engolir, coloque de volta no prato discretamente, cobrindo a boca e o garfo com a mão. Depois cubra esse alimento com algum outro para não deixá-lo à vista. Não faça comentários;

. Não passe alimentos do seu prato para o de outra pessoa, nem bebidas de um copo para outro;

. Não é educado pedir para repetir um prato, mas, se lhe oferecerem, você pode aceitar, se desejar;

. Se quiser algo que está sobre a mesa, mas fora do seu alcance, peça-o a quem estiver mais perto. Nunca passe o seu braço na frente dos outros para pegar alguma coisa;

. Não se corta todo o alimento de uma só vez;

. Nunca sopre ou faça barulho ao tomar sopa e nem vire o prato da mesma;

. O pão é partido com a mão. O pedaço que sobrou, coloque em seu prato;

. Mantenha os braços próximos ao corpo e não abra os cotovelos para cortar os alimentos. Movimente apenas as mãos e os antebraços;

. A colher de sopa é sempre levada à boca pela lateral;

. A faca quando não estiver sendo utilizada deverá ficar sobre o prato na parte superior, com a serrilha voltada para dentro;

. Ao chegar, não estenda a mão para quem já estiver se alimentando (um amigo no restaurante, por exemplo);

. Não use o telefone celular à mesa. Deixe-o desligado e fora do alcançe dos olhos.

. Quando convidado, não escolha o prato mais caro - espere o anfitrião escolher, e escolha um pouco mais barato (as pessoas conhecidas por encarecer a conta do restaurante ficam mal faladas...);

. Não há problemas em pedir esclarecimentos ao "maitre" ou garçom, sobre o cardápio (se estiver sendo convidado). Mas atenção para as "indicações" do "maitre": Geralmente são itens mais caros.

. Nunca começe a se alimentar antes dos outros - espere que todos estejam servidos, e começem juntos;

. Não apoie os cotovelos na mesa, só os antebraços, mais precisamente, os punhos;

. Não esfregar pratos, copos e talheres com guardanapos, pretendendo limpá-los antes das refeições;

. Não brinque com os talheres e copos que estiverem à mesa;

. Não "abrace" o prato com uma das mãos, nem apoie o braço todo na mesa entre o prato e o corpo;

. Nunca limpe o rosto, a testa ou o nariz com guardanapos;

. Ao terminar, coloque os dois talheres juntos (não cruzados) na posição 6:30.

. Somente dê este sinal de que terminou quando os anfitriões e as pessoas mais próximas também estiverem acabado. O correto é todos comerem no mesmo ritmo e ao mesmo tempo.

. Em banquetes, use os talheres de fora para dentro, para cada prato, e coloque-os no prato, para que sejam levados na seqüência certa, e na posição certa. Os pequenos talheres à frente do prato, são para a sobremesa.
Os copos são:
Fino e alto = champagne;
Maior = água ou refrigerante;
Médio = vinho tinto;
Menor = vinho branco.
Copos para Cognac (mais "gordinhos") ou Licores (pequenos cálices) surgem ao final, geralmente.
A presença de "lavanda" (pequena tigela com água perfumada, para "lavar" as pontas dos dedos) significa que você terá que usar os dedos (geralmente na "entrada") para apoiar, ou segurar pequenos pedaços de alimentos;

. Não chame o garçom estalando os dedos, ou gritando;

. Não fume na mesa, nem se levante para fumar. Aguarde a hora do cafezinho e se a anfitriã autorizar. Jamais peça para fumar; 

Sobremesa:
. Uma torta é servida com colher e garfinho. Ao fim, a colher e o garfinho devem ficar no pratinho sob a taça - jamais dentro dela. A colher é colocada à direita; o garfinho, à esquerda. Nos restaurantes simples, que não apresentam prato sob a taça, a colher fica sobre a mesa mesmo, à direita da taça. Também é correto pousá-los paralelos;

. Não palite os dentes em público (nem use fio dental, é claro), mesmo que esteja ao seu alcançe. Caso sinta necessidade, levante-se e vá ao toilete ;

. Não fale alto - falar alto geralmente é sintoma de pessoas inseguras (precisam se afirmar), ou "novos ricos" (precisam se mostrar), ou sem educação mesmo!

. Não se levante da mesa antes de terminada a refeição. Quando for por necessidade extrema, não se esqueça de pedir licença;

. Não arraste a cadeira, ao se levantar. Recoloque a cadeira no lugar, também sem arrastar;

. Não se levante da mesa antes dos anfitriões;

. Ofereça ajuda caso esteja em uma reunião informal em casa de amigos.

. A empadinha é deliciosa até no momento em que se mastiga a azeitona com caroço, não é? Diante da surpresa, coma a azeitona, cubra a boca com a mão esquerda em concha, leve o garfo até os lábios para recolher o caroço e coloque-o no prato. Outra maneira, adotada principalmente em coquetéis, é cobrir a boca com a mão em concha e pegar o caroço com o polegar e o indicador. Depois ele deve ser recolhido no guardanapo de papel.

. Pratos bem decorados com legumes em forma de flor, azeitonas recheadas e flores naturais são servidos sempre e nos deixam com aquela pergunta na cabeça: - Será que isso é comestível? Não se acanhe, eles são para comer mesmo. O que não é elegante é apenas beliscar esses elementos decorativos deixando, por exemplo, uma torta sem cobertura. Se você não os aprecia, procure comer pelo menos alguns, para não acumulá-los como sobra no prato.

. Quando os anfitriões sabem que um convidado prefere cerveja a vinho, tomam a precaução de deixar os copos apropriados para a bebida numa bandeja sobre o aparador ou sobre a mesinha auxiliar. Ao servir o vinho, o dono da casa - é ele quem providencia as bebidas - pergunta quem prefere cerveja e substitui o copo. Se uma copeira está servindo, é ela quem coloca o copo de cerveja no lugar do de vinho. Caso não haja na casa o copo especial para cerveja, usa-se um para água mesmo, dos mais altos.
Não solicite a dona da casa o copo apropriado antes de certificar se ela o possui.

. Faça observações favoráveis sobre a decoração, música, menu, especialmente se foi feito pelos donos da casa. Não peça a receita. Algumas pessoas não gostam de compartilhar receitas. Elogie e aguarde que lhe ofereça. Se for do seu interesse, aceite.

. Mesmo que seja íntimo não pergunte quanto custou nem onde comprou nenhum item.

. Nunca peça para levar para casa um docinho que seja. Você não sabe os planos do seu anfitrião para as sobras.

. Ligue no dia seguinte para agradecer o convite e faça comentários e elogios sobre o evento. Não se ofereça para ser convidado em outra ocasião.


Além de um bom comportamento em QUALQUER LUGAR, é interessante que saibamos para que serve cada elemento disposto em uma mesa.

Cada tipo de cerimônia requer um ritual, é importante que você saiba pelo menos as básicas, tanto para organizar na sua casa como pora ir a um evento. As mais comuns são:


Jantar à AMERICANA, que nada mais é que o famoso buffet, tão visto em formaturas e casamentos. É um jantar onde todos os pratos são colocados em uma única mesa e cada convidado se serve à vontade ou aguarda o contratado servir.
Para organizar um jantar assim, fica a dica do modelo de mesa, onde os pratos são organizados de acordo com seu ritual de degustação, como : Saladas, carnes, arroz...... sobremesa(esta geralmente em uma mesa a parte).

Já o mais temido devido seu requinte e quantidade de componentes à mesa é o refinado jantar à FRANCESA, para este vamos dar uma explicação mais elaborada para ninguem se perder na hora e sentar a mesa e degustar os pratos com educação.
O modelo básico está disposto na figura a baixo:

Os talheres variam em tamanho e forma segundo suas finalidades, e são dispostos numa certa ordem sobre a mesa, junto ao prato da refeição. A ordem é simples, apesar de que são dois sistemas. No Brasil: garfos e facas ficam nos lados correspondentes às mãos que vão utilizá-los para cortar, não para comer. O garfo, seguro na mão esquerda, retém a peça que é cortada com a faca segura na mão direita. Utilizada a faca, ela é passada levemente na borda do garfo, para que fique limpa, e deixada descansando sobre a borda superior direita do prato e o garfo volta para a mão direita, para levar o alimento à boca. Quando for cortar novamente uma porção, a pessoa volta o garfo para a mão esquerda e utiliza a faca com a mão direita.
A faca e o garfo mais externos (2 e 3) serão para o primeiro prato, geralmente uma carne branca como peixe ou frango. Se for peixe, esse jogo de talheres será trocado pelo que é próprio para comer peixe.
A faca e o garfo mais próximos do prato (4 e 5) são para o prato principal, e o jogo mais acima (6) terá os talheres adequados à sobremesa; a pequena faca para passar manteiga (7) fica sobre a borda do pratinho de pão (10). Os demais utensílios são o guardanapo (8); o sous plat ou prato de serviço (9), e os copos: o de pé maior (11), para água, o copo de pé menor (13), para o vinho branco que acompanha o primeiro prato, e o copo médio (12) para o vinho tinto que acompanha o prato principal.
O prato de serviço ou sous-plat (pron. suplá ¬ do francês, significando "debaixo ou sob o prato") funciona como uma bandeja para os pratos de refeição. Em geral utilizado apenas em ocasiões formais e nos bons restaurantes, era originalmente apenas de prata, mas hoje os materiais variam, sem perder sua característica de robustez. Sobre ele é colocado o prato de sopa e, na seqüência, o primeiro prato e o prato principal. É removido junto com este último, antes da sobremesa. A taça da sobremesa terá seu próprio prato de serviço por baixo. Neste caso, a colher, ao final, é deixada sobre esse prato de serviço, e não na taça em que a sobremesa foi servida.










O talher usado nunca é deixado sobre o forro da mesa. Nos intervalos em que não está a ser usada, a faca é deixada obliquamente em dois pontos de apoio sobre a borda do prato em uso, na posição da corda de um arco, a ponta para o lado mais afastado do prato e o cabo na borda direita.
Se você descansa ambos os talheres por algum motivo, como para usar o guardanapo, partir o pão, etc., o garfo é colocado fazendo um triângulo com a faca, esta na posição oblíqua já descrita da corda de um arco de flecha, e o garfo direcionado para a frente, com o cabo voltado para você.










Durante uma troca de pratos, ou se a pessoa estende o prato para facilitar ser servida, ou se vai ao bufê servir-se uma segunda vez, os talheres usados não devem ser deixados sobre a toalha da mesa. É igualmente ruim sujar o sous plat ou prato de serviço com alguma partícula ou gordura dos talheres. Existem vários tipos de descansos para talheres, em metal e mesmo esculpidos em ágata, para serem usados nesses momentos. Se não houver descansos para talheres, a pessoa deve retê-los consigo, segurando-os juntos, na mão esquerda., em posição horizontal ao nível da mesa, e não na vertical.

O que nesse caso se aplica aos talheres, aplica-se também aos pauzinhos, na comida japonesa. Porém, como os pauzinhos são redondos, o descanso é côncavo, na forma de lua crescente; para os talheres ele pode ser horizontal, mas o modelo arqueado é mais seguro para evitar que as peças caiam sobre a toalha.











Ao terminar a refeição, deixe o garfo e a faca unidos em paralelo, dentro do prato, com os cabos apoiados na borda do lado direito, aproximadamente na direção 4:20 horas. A etiqueta recomenda que o lado cortante da faca esteja voltado para o interior do prato e o garfo, ao modo inglês, com os dentes para cima, e ao modo francês, para baixo.. É considerado reprovável deixar os talheres inclinados, com as pontas apoiadas nas bordas, do lado de fora e de cada lado do prato, como as asas abertas de uma ave.

Os talheres de sobremesa são trazidos à mesa junto com o prato de sobremesa. Mas podem também ser deixados sobre a toalha desde o início da refeição, colocados logo acima do prato de serviço, linearmente entre o pratinho de pão (ou de manteiga) e os copos. Os cabos da colher e da faquinha de sobremesa são voltados para a direita e o cabo do garfo para a esquerda.

A taça da sobremesa terá por baixo seu próprio prato de serviço. Neste caso, a colher utilizada é deixada, ao final, sobre esse prato de serviço, e não na taça em que a sobremesa foi servida.